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  • Dados do PRODES Pantanal, em arquivo único e em formato GeoPackage contendo as seguintes classes: desmatamento acumulado, incrementos no desmatamento e hidrografia. Tamanho aproximado: ~57MB Para detalhe sobre as classes de dado e os atributos, acesse as informações específicas. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Desmatamento acumulado: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0732753e-57dd-41b4-848a-e2a54f2b7143 Incrementos no desmatamento: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/616943ab-a40f-4196-9592-ecc6a7c4901e Hidrografia: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/dfcba72f-827b-485e-bcb5-bc8e1461054a Resíduo: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/a6e212c3-7291-4d44-b62e-8c732b95f07e Nuvem: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/5aef33f7-db71-4966-8311-8b249af74dc3 Sobre GeoPackage -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.geopackage.org/

  • O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição ("residuo", "hidrografia", "desmatamento"); class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição ("residuo","r2022","hidrografia","dYYYY" onde YYYY=ano com 4 dígitos a partir de 2000); def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. Preenchido quando aplicável; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.

  • Mosaico espacial e temporal para a Mata Atlântica à partir de 2000 em uma série histórica. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, e é composto pelas cenas principais utilizadas durante o processo de interpretação visual, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Para consultar este dado de forma facilitada, utilize a camada via Geoserviço diretamente em seu sistema GIS de preferência. http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geoserver/prodes-cerrado-nb/temporal_mosaic_cerrado/wms Recomendamos o uso de nosso plugin para o software QGis, "Plugin para QGIS - TerraBrasilis Data Source", que possui um mecanismo de acesso facilitado para mosaicos de imagens com componente temporal. Siga as instruções em: https://github.com/terrabrasilis/terrabrasilis_datasource

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    Mapa da malha hidrográfica ou rede de drenagem é um dado auxiliar no processo de classificação das fitofisionomias relacionadas à hidrografia do Bioma Cerrado. Processo de produção do dado: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O mapa da rede de drenagem foi gerado por meio de extração automática a partir dos dados topográficos SRTM (Shuttle Rada Topography Mission) de 1 arco-segundo, utilizando o software TerraHidro 5.1.0. A extração foi realizada por partes, sendo escolhidas para esta divisão grupos de Ottobacias nível 2 da ANA (Agência Nacional de Águas). Após a vetorização da rede de drenagem, todos os grupos de Ottobacias foram unidos em somente um shapefile. Dados de referencia: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os dados SRTM podem ser encontrados por meio do link: https://earthexplorer.usgs.gov/ As Ottobacias podem ser encontradas e baixadas no portal Hidroweb do SNIRH (Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos): http://www.snirh.gov.br/hidroweb/apresentacao Nome das colunas, tipo e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- grid_code: numerico - representa o ordenamento de Strahler para a rede de drenagem; path_row: texto - Orbita/Ponto da cena Landsat à qual a rede de drenagem está associada; lat: numerico - Latitude em graus decimais; lon: numerico - Longitude em graus decimais; latgms: texto - Latitude em graus minutos segundos; longms: texto - Longitude em graus minutos segundos; **Outros atributos não mencionados estão relacionados à topologia do dado.**

  • Mapeamento dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos), em área de Não Floresta(**) do Bioma Amazônia(*). O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 (**) Consulte os metadados de "Máscara de Não Floresta no Bioma Amazônia" para informações sobre estes limites: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/bed1276c-aa3d-4f5b-b560-1879617ef13d Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição; uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição; class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição; def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.

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    Mapeamento da vegetação do Cerrado a partir de imagens Landsat do ano de 2004. Metodologia de classificação híbrida, desenvolvida através da combinação de classificação não supervisionada e classificação supervisionada. Classes de cobertura do solo provenientes das classes de fitofisionomias do Cerrado propostas por Ribeiro e Walter (1998), com adições de outras classes. O mapa tem como recorte espacial de trabalho as ecorregiões propostas por Sano et al. (2019), adaptadas ao limite atual dos Biomas. Nome das colunas, tipo e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- level_1: texto - identifica a classe mapeada no nível mais geral da hierarquia de classes, corresponde ao nível 1 na proposta de classificação de Ribeiro e Walter (1998); level_2: texto - identifica a classe mapeada no nível intermediário da hierarquia de classes, corresponde ao nível 2 na proposta de classificação de Ribeiro e Walter (1998); level_3: texto - identifica a classe mapeada no nível mais detalhado da hierarquia de classes, corresponde ao nível 3 na proposta de classificação de Ribeiro e Walter (1998); obs: texto - identifica em que nível ocorreu a incerteza na aferição da classe. Célula não preenchida indica que foi possível determinar a classe até o nível 3 da hierarquia de classes; legenda: texto - nome da classe atribuída a feição; cod_classe: número - identificador numérico da classe; area_km: número - área da feição;

  • Dados do PRODES Amazônia, em arquivo único e em formato GeoPackage contendo as seguintes classes: desmatamento acumulado, incrementos no desmatamento, hidrografia, resíduo, desmatamento em áreas de não floresta, desmatamentos com áreas entre 1 ha e 6,25 ha e não floresta. Tamanho aproximado: ~820MB Para detalhe sobre as classes de dado e os atributos, acesse as informações específicas. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Máscara de área acumulada de supressão da vegetação nativa: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/c6748fdf-a18e-41b9-a523-ea14bae92602 Máscara de área acumulada de supressão da vegetação nativa em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/215be904-3828-41a9-a1bd-c7daa0133944 Incremento anual no desmatamento: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/b75b83db-8026-43f9-9537-ee1dfa308158 Incrementos de supressão em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/a8208a12-679b-432a-8a47-fc42d2279f9a Incremento anual de desmatamento entre 1 e 6,25 ha: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/5f5cfb4c-e207-4932-9c93-2d51cea8adbc Resíduo anual na supressão da vegetação nativa: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/00a728cb-8577-458a-9c38-082c1f3bca9e Resíduo anual na supressão da vegetação nativa em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/63751b72-3e6a-4d15-8fc0-740e57bbc346 Hidrografia: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/1df78632-68e7-4e91-bca0-25305d3f831e Hidrografia em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/87fb6a32-01c1-4421-b7d0-a93568e1b079 Não Floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/bed1276c-aa3d-4f5b-b560-1879617ef13d Sobre GeoPackage -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.geopackage.org/

  • O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição ("residuo", "hidrografia", "desmatamento"); class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição ("residuo","r2022","hidrografia","dYYYY" onde YYYY=ano com 4 dígitos a partir de 2000); def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. Preenchido quando aplicável; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.

  • Polígonos e Pontos das Terras Indígenas brasileiras separadas por biomas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Dado de terceiro para uso auxiliar, composto pelos limites das terras indígenas, provenientes do shapefile ti_sirgas (FUNAI), recortados pelos novos limites dos biomas do Brasil. Terras Indígenas (acessado em 25/05/2022) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile e metadados originais das terras indígenas foi obtido dos seguintes endereços: Download do shape: http://geoserver.funai.gov.br/geoserver/web/ Metadado original: https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/geoprocessamento-e-mapas Shapefile para download: Terra Indígena (Regularizada, Homologada, Declarada, Delimitada e Área em Estudo) Metadado relacionado (Limites dos biomas do Brasil) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122

  • Mapeamento anual dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos), recortados pelos limites do bioma Amazônia(*). Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/481e439e-b0fa-4cb0-890b-11941264db69 Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - uuid - identificador único universal de cada feição uid - número inteiro - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado state - texto - estado/unidade da federação path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. julian_day - número - dia juliano image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.