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  • Mapeamento anual dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos). Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - texto - identificador que permite rastrear a feição na origem (banco de produção) geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite source - texto - nome da origem do polígono (amazônia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Desmatamento em 2021 = "d2021") def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição (quando aplicável) julian_day - número - dia juliano (quando aplicável) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (quando aplicável) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

  • Área desmatada à partir de 2000 discretizadas em uma séria histórica bienal para o período de 2000 a 2012 e anual à partir de 2013. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - texto - identificador que permite rastrear a feição na origem (banco de produção) geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite source - texto - nome da origem do polígono (amazônia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Desmatamento em 2020 = "d2020") def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição (quando aplicável) julian_day - número - dia juliano (quando aplicável) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (quando aplicável) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

  • Mosaico espacial e temporal do Cerrado à partir de 2000 discretizado em uma série histórica bienal para o período de 2000 a 2012 e anual à partir de 2013. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.