Polígonos e Pontos das Terras Indígenas brasileiras separadas por biomas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Dado de terceiro para uso auxiliar, composto pelos limites das terras indígenas, provenientes do shapefile ti_sirgas (FUNAI), recortados pelos novos limites dos biomas do Brasil. Terras Indígenas (acessado em 25/05/2022) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile e metadados originais das terras indígenas foi obtido dos seguintes endereços: Download do shape: http://geoserver.funai.gov.br/geoserver/web/ Metadado original: https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/geoprocessamento-e-mapas Shapefile para download: Terra Indígena (Regularizada, Homologada, Declarada, Delimitada e Área em Estudo) Metadado relacionado (Limites dos biomas do Brasil) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122
Mosaico espacial e temporal do PRODES Caatinga à partir de 2000. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, e é composto pelas cenas principais utilizadas durante o processo de interpretação visual, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Para consultar este dado de forma facilitada, utilize a camada via Geoserviço diretamente em seu sistema GIS de preferência. https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geoserver/prodes-pampa-nb/temporal_mosaic_pampa/wms Recomendamos o uso de nosso plugin para o software QGis, "Plugin para QGIS - TerraBrasilis Data Source", que possui um mecanismo de acesso facilitado para mosaicos de imagens com componente temporal. Siga as instruções em: https://github.com/terrabrasilis/terrabrasilis_datasource
Mapeamento dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos), em área de Não Floresta(**) do Bioma Amazônia(*). O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 (**) Consulte os metadados de "Máscara de Não Floresta no Bioma Amazônia" para informações sobre estes limites: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/bed1276c-aa3d-4f5b-b560-1879617ef13d Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição; uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição; class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição; def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.
Atenção: trata-se de dado experimental em fase de testes e ajustes e portanto pode ser alterado em parte ou todo. Avisos de alterações na cobertura vegetal à partir de Agosto de 2023. O mapeamento utiliza imagens do satélite Amazonia1, CBERS4 ou similares, para registrar e quantificar as áreas de avisos produzidas no projeto DETER em áreas de Não Floresta. CLASSES DE SUPRESSÃO > Supressão com solo exposto: é a remoção total da cobertura florestal, independentemente do uso destinado para a área. > Supressão com vegetação: são áreas em que há evidência de supressão, mas a área se encontra com sinais de uma cobertura vegetal. São casos em que há um lapso de tempo entre a ocorrência do corte e a sua detecção, ocasionado pela cobertura de nuvens entre um evento e outro, ou o resultado final da degradação recursiva. > Mineração: desmatamento causado por atividade de extração mineral. Predomina nesta classe atividades de garimpo artesanal. CLASSE DE DEGRADAÇÃO > Cicatriz de queimada: é caracterizada pela presença de áreas atingidas por fogo, podendo ou não haver vegetação. Nome das colunas e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- fid: código de identificação seguido de digito verificador que indica: ("_curr" tabela corrente e "_hist" tabela de histórico) class_name: Nome das classes atribuídas aos avisos; area_km: Área do aviso em quilômetros quadrados km²; view_date: Data das imagens usadas na identificação do aviso; create_date: Data da criação do aviso no banco de dados do projeto; audit_date: Data da auditoria realizada no aviso; sensor: Nome do sensor embarcado no satélite, usado na obtenção da imagem; satellite: Nome do satélite que obteve a imagem; path_row: Path e Row (orbita ponto) das imagens usadas na identificação do aviso; uuid: Identificação única para o aviso; Nota sobre o SHAPEFILE: Ao exportar para shapefile os nomes das colunas sempre são reduzidos para dez (10) caracteres. Exemplo: a coluna "create_date" será renomeada para "create_dat".
Mapa da malha hidrográfica ou rede de drenagem é um dado auxiliar no processo de classificação das fitofisionomias relacionadas à hidrografia do Bioma Cerrado. Processo de produção do dado: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O mapa da rede de drenagem foi gerado por meio de extração automática a partir dos dados topográficos SRTM (Shuttle Rada Topography Mission) de 1 arco-segundo, utilizando o software TerraHidro 5.1.0. A extração foi realizada por partes, sendo escolhidas para esta divisão grupos de Ottobacias nível 2 da ANA (Agência Nacional de Águas). Após a vetorização da rede de drenagem, todos os grupos de Ottobacias foram unidos em somente um shapefile. Dados de referencia: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os dados SRTM podem ser encontrados por meio do link: https://earthexplorer.usgs.gov/ As Ottobacias podem ser encontradas e baixadas no portal Hidroweb do SNIRH (Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos): http://www.snirh.gov.br/hidroweb/apresentacao Nome das colunas, tipo e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- grid_code: numerico - representa o ordenamento de Strahler para a rede de drenagem; path_row: texto - Orbita/Ponto da cena Landsat à qual a rede de drenagem está associada; lat: numerico - Latitude em graus decimais; lon: numerico - Longitude em graus decimais; latgms: texto - Latitude em graus minutos segundos; longms: texto - Longitude em graus minutos segundos; **Outros atributos não mencionados estão relacionados à topologia do dado.**
O TerraClass é desenvolvido em parceria entre Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O TerraClass é responsável por qualificar bienalmente o desmatamento no bioma Amazônia e bioma Cerrado e com isso fornece subsídios importantes para o melhor entendimento das formas de uso e cobertura da terra. A base de dados adotada pelo TerraClass, é composta por áreas de desmatamento mapeadas e publicadas pelo Projeto PRODES do INPE e os seguintes limites geográficos: a) malha digital estadual oficial publicada pelo IBGE, versão 2017; b) malha digital oficial dos biomas brasileiros publicada pelo IBGE, na escala 1:250.000 e; c) malha digital dos limites internacionais adotada pelo programa PRODES. Com base em técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, são obtidos a dinâmica do desmatamento e, com isso, produzem mapas sistêmicos de uso e cobertura das terras desmatadas na Amazônia e Cerrado. Legenda: ------------------------------------------------------- Vegetação Natural Florestal Primária Vegetação Natural Florestal Secundária Silvicultura Pastagem Arbustiva / Arbórea Pastagem Herbácea Cultura Agrícola Perene Cultura Agrícola Semiperene Cult. Agrícola Temporária de 1 Ciclo Cult. Agrícola Temporária de Mais de 1 Ciclo Mineração Urbanizada Desflorestamento no Ano Corpo D'água Não Floresta Acompanha o arquivo matricial, um arquivo de extensão ".qml" com a legenda para as classes (uma para cada valor de pixel) compatível com o software QGIS e um mapa arte em formato PDF. IMPORTANTE: Para mais informações consulte o site oficial do projeto TerraClass em https://www.terraclass.gov.br/
Esse conjunto de dados, recortado pelos limites do bioma Amazônia(*), apresenta a revisão nos levantamentos de anos anteriores ao ano corrente de mapeamento, resultando em áreas de resíduo de desmatamento. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores ou iguais a 6.25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/481e439e-b0fa-4cb0-890b-11941264db69 MARCO UE 2020 ---- Este conjunto de dados inclui a classe "marco_d2020" e os ajustes oriundos destes dados. Entenda os detalhes sobre estas alterações em: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/969c6bd8-1908-47a5-b6e7-69abfef89b4b Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição; uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Resíduo em 2020 = "r2020") def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. Preenchido quando aplicável. julian_day - número - dia juliano image_date - texto - data da cena usada para obter a feição. year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal. source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal. satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição ("residuo", "hidrografia", "desmatamento"); class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição ("residuo","r2022","hidrografia","dYYYY" onde YYYY=ano com 4 dígitos a partir de 2000); def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. Preenchido quando aplicável; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.
Dados do PRODES Amazônia, em arquivo único e em formato GeoPackage contendo as seguintes classes: desmatamento acumulado, incrementos no desmatamento, hidrografia, resíduo, desmatamento em áreas de não floresta, desmatamentos com áreas entre 1 ha e 6,25 ha e não floresta. MARCO UE 2020 ---- Este conjunto de dados inclui a classe "marco_d2020" e os ajustes oriundos destes dados. Entenda os detalhes sobre estas alterações em: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/969c6bd8-1908-47a5-b6e7-69abfef89b4b Tamanho aproximado: ~1,4GB Para detalhe sobre as classes de dado e os atributos, acesse as informações específicas. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Máscara de área acumulada de supressão da vegetação nativa: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/c6748fdf-a18e-41b9-a523-ea14bae92602 Máscara de área acumulada de supressão da vegetação nativa em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/215be904-3828-41a9-a1bd-c7daa0133944 Incremento anual no desmatamento: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/b75b83db-8026-43f9-9537-ee1dfa308158 Incrementos de supressão em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/a8208a12-679b-432a-8a47-fc42d2279f9a Incremento anual de desmatamento entre 1 e 6,25 ha: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/5f5cfb4c-e207-4932-9c93-2d51cea8adbc Resíduo anual na supressão da vegetação nativa: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/00a728cb-8577-458a-9c38-082c1f3bca9e Resíduo anual na supressão da vegetação nativa em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/63751b72-3e6a-4d15-8fc0-740e57bbc346 Hidrografia: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/1df78632-68e7-4e91-bca0-25305d3f831e Hidrografia em não floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/87fb6a32-01c1-4421-b7d0-a93568e1b079 Não Floresta: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/bed1276c-aa3d-4f5b-b560-1879617ef13d Sobre GeoPackage -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.geopackage.org/
Limites das Ecorregiões propostas por Sano et al. (2019) adaptados aos novos limites dos Biomas. Para abranger toda a atual área do Bioma Cerrado, a Ecorregião Centro-norte Piauiense foi adicionada. Nome das colunas, tipo e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- name: texto - nome da Ecorregião;