O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição ("residuo", "hidrografia", "desmatamento"); class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição ("residuo","r2022","hidrografia","dYYYY" onde YYYY=ano com 4 dígitos a partir de 2000); def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. Preenchido quando aplicável; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.
Polígonos e Pontos das Terras Indígenas brasileiras separadas por biomas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Dado de terceiro para uso auxiliar, composto pelos limites das terras indígenas, provenientes do shapefile ti_sirgas (FUNAI), recortados pelos novos limites dos biomas do Brasil. Terras Indígenas (acessado em 25/05/2022) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile e metadados originais das terras indígenas foi obtido dos seguintes endereços: Download do shape: http://geoserver.funai.gov.br/geoserver/web/ Metadado original: https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/geoprocessamento-e-mapas Shapefile para download: Terra Indígena (Regularizada, Homologada, Declarada, Delimitada e Área em Estudo) Metadado relacionado (Limites dos biomas do Brasil) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122
Mosaico temporal no recorte do Bioma Amazônia à partir de 2000 discretizado em uma série histórica anual com início em 2000 e atualizada todo ano, após a liberação dos dados de desmatamento do PRODES. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas acima de 6,25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.
Mapa de relevo sombreado para o bioma Cerrado. Arquivo matricial com 255 níveis de cinza (0-254) representando o relevo sombreado para todo o Bioma Cerrado. Elaborado a partir dos dados topográficos SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) de resolução espacial de 1 arco-segundo, utilizando azimute de 315 graus e ângulo da fonte luminosa acima do horizonte de 45 graus. Dados de referencia: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os dados SRTM podem ser encontrados por meio do link: https://earthexplorer.usgs.gov/
Máscara de hidrografia do PRODES Cerrado. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho O produto: Este recurso contém polígonos que identificam áreas de corpos hídricos (rios, lagos, barragens, represamentos e tanques). Foi construído a partir de uma metodologia hibrida com classificação automática das áreas seguida de interpretação visual com base em imagens Sentinel 2, no período 2019/2022 - com resolução de 10m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Cerrado é de 1.984.553,94 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição (RFC 4122, ISO/IEC 9834-8:2005) uid - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. source - texto - nome da origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal. satellite - texto - nome do satélite. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição (corpos_agua). class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição: • d_drenagem: polígonos de drenagem mapeados no PRODES e no Terra Hidro sobre o desmatamento prodes; • d_hidrografia: Rios e lagos naturais mapeados na imagem Sentinel de 2019/2022, mas sobre DESMATAMENTO no PRODES; • d_represa: Reservatórios e suas partes mapeadas em 2019/2022 na Sentinel, mas sobre DESMATAMENTO no PRODES; • d_tanque: Tanques de piscicultura e bebedouros de gado mapeadas no ano de 2019/2022 nas imagens Sentinel, mas sobre DESMATAMENTO no PRODES; • drenagem: polígonos de drenagem mapeados no PRODES e no Terra Hidro; • hidrografia: Rios e lagos naturais mapeados na imagem Sentinel de 2019/2022; • represa: Reservatórios e suas partes mapeadas em 2019/2022 na Sentinel; • tanque: Tanques de piscicultura e bebedouros de gado mapeadas no ano de 2019/2022 nas imagens Sentinel; year - texto - intervalo sendo "anoInicial_anoFinal" relacionado ao mosaico de imagens usado na interpretação da feição. area_km - número - área calculada para a feição em km². path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite (Não aplicável para hidrografia Cerrado). def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição (Não aplicável para hidrografia Cerrado). julian_day - número - dia juliano (Não aplicável para hidrografia Cerrado). image_date - data - data da cena usada para obter a feição (Não aplicável para hidrografia Cerrado). scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não aplicável para hidrografia Cerrado). pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. Esta lista de atributos é padronizada com base no dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classes o preenchimento ocorre apenas quando aplicável. Sobre UUID -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.postgresql.org/docs/13/datatype-uuid.html https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc4122
Mapa da malha hidrográfica ou rede de drenagem é um dado auxiliar no processo de classificação das fitofisionomias relacionadas à hidrografia do Bioma Cerrado. Processo de produção do dado: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O mapa da rede de drenagem foi gerado por meio de extração automática a partir dos dados topográficos SRTM (Shuttle Rada Topography Mission) de 1 arco-segundo, utilizando o software TerraHidro 5.1.0. A extração foi realizada por partes, sendo escolhidas para esta divisão grupos de Ottobacias nível 2 da ANA (Agência Nacional de Águas). Após a vetorização da rede de drenagem, todos os grupos de Ottobacias foram unidos em somente um shapefile. Dados de referencia: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Os dados SRTM podem ser encontrados por meio do link: https://earthexplorer.usgs.gov/ As Ottobacias podem ser encontradas e baixadas no portal Hidroweb do SNIRH (Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos): http://www.snirh.gov.br/hidroweb/apresentacao Nome das colunas, tipo e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- grid_code: numerico - representa o ordenamento de Strahler para a rede de drenagem; path_row: texto - Orbita/Ponto da cena Landsat à qual a rede de drenagem está associada; lat: numerico - Latitude em graus decimais; lon: numerico - Longitude em graus decimais; latgms: texto - Latitude em graus minutos segundos; longms: texto - Longitude em graus minutos segundos; **Outros atributos não mencionados estão relacionados à topologia do dado.**
Mapeamento dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos), em área de Não Floresta(**) do Bioma Amazônia(*). O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Programa de Monitoramento da Amazônia Brasileira por Satélites (PRODES) realiza o monitoramento da supressão de florestas primárias na Amazônia desde 1988. A partir de 2023 este programa também passa a realizar o monitoramento da supressão de fitofisionomias não florestais no bioma Amazônia na sua porção brasileira. Estas áreas cobrem cerca de 280 mil km², o que corresponde a 6,6 % da área do bioma. A fim de atender às demandas da sociedade brasileira, da comunidade científica nacional e internacional, de governos e dos parceiros do setor produtivo, o INPE iniciou o monitoramento sistemático das fitofisionomias não florestais do bioma Amazônia. O “PRODES Amazônia fitofisionomias não florestais” tem como objetivo gerar uma série histórica de dados de supressão de vegetação não florestal a partir de 2000. A metodologia adotada no PRODES (ALMEIDA et al, 2022) foi tomada como base e feitas as adaptações e adequações metodológicas necessárias para realizar a detecção da supressão da vegetação nativa não florestal. Os incrementos de supressão em não floresta foram detectados, de 2000 a 2014, por meio de imagens dos sensores Thematic Mapper (TM), Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM +) e Operational Land Imager (OLI) a bordo, respectivamente, dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8 (NASA/USGS). A partir de 2016 optou-se por empregar imagens do sensor Multi-Spectral Instrument (MSI) a bordo dos satélites Sentinel-2A e 2B (ESA). Um primeiro mapeamento, chamado de mapa base, foi produzido indicando a supressão detectada em imagens do ano 2000. De 2002 a 2018 foram mapeados incrementos bienais de supressão, exceto para o ano de 2012, o qual foi substituído por 2013 em virtude da ausência de imagens Landsat com requisitos mínimos de qualidade. A partir de 2018 o mapeamento dos incrementos de supressão da vegetação nativa não florestal passou a ser anual seguindo a temporalidade dos dados de desmatamento. O mapeamento foi realizado por uma equipe de analistas por meio da interpretação visual de imagens de satélite, utilizando ferramentas de vetorização de polígonos de supressão de vegetação não florestal diretamente na tela do computador. Os polígonos detectados foram submetidos ao processo de auditoria, por auditores seniores que realizaram a conferência de todos os polígonos e promoveram ajustes necessários para garantir a qualidade dos dados. Após auditadas todas as cenas, um pós-processamento foi realizado onde aplicou-se um filtro de eliminação de polígonos menores que 1 ha, considerada a área mínima mapeável. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho (*) Consulte os metadados de "Limites do Bioma Amazônia" para informações sobre os limites do bioma que estamos usando nesta operação: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/0d88678e-4cdb-44f3-9b1d-8edc00bc4122 (**) Consulte os metadados de "Máscara de Não Floresta no Bioma Amazônia" para informações sobre estes limites: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geonetwork/srv/eng/catalog.search#/metadata/bed1276c-aa3d-4f5b-b560-1879617ef13d Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição; uid - número inteiro - identificador numérico usado na exportação do dado para arquivos (pode ser alterado em revisões/atualizações); state - texto - estado/unidade da federação; path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat; main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição; class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição; def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens; julian_day - número - dia juliano; image_date - texto - data da cena usada para obter a feição; year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados; area_km - número - área calculada para a feição em km²; scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas; publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal; source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal; satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados; sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem; geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite; pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. A lista de atributos é padronizada com o dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classe o preenchimento ocorre apenas quando aplicável.
Mosaico espacial e temporal do PRODES Caatinga à partir de 2000. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, e é composto pelas cenas principais utilizadas durante o processo de interpretação visual, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Para consultar este dado de forma facilitada, utilize a camada via Geoserviço diretamente em seu sistema GIS de preferência. https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geoserver/prodes-pampa-nb/temporal_mosaic_pampa/wms Recomendamos o uso de nosso plugin para o software QGis, "Plugin para QGIS - TerraBrasilis Data Source", que possui um mecanismo de acesso facilitado para mosaicos de imagens com componente temporal. Siga as instruções em: https://github.com/terrabrasilis/terrabrasilis_datasource
Mosaico espacial e temporal para a Mata Atlântica à partir de 2000 em uma série histórica. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, e é composto pelas cenas principais utilizadas durante o processo de interpretação visual, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Para consultar este dado de forma facilitada, utilize a camada via Geoserviço diretamente em seu sistema GIS de preferência. http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/geoserver/prodes-cerrado-nb/temporal_mosaic_cerrado/wms Recomendamos o uso de nosso plugin para o software QGis, "Plugin para QGIS - TerraBrasilis Data Source", que possui um mecanismo de acesso facilitado para mosaicos de imagens com componente temporal. Siga as instruções em: https://github.com/terrabrasilis/terrabrasilis_datasource
Resíduo de desmatamento do PRODES Cerrado. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho O produto: Este recurso contém polígonos que identificam áreas de resíduo da supressão da vegetação nativa no bioma Cerrado, resultado da revisão nos levantamentos de anos anteriores ao ano corrente de mapeamento. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens do satélite Landsat ou similares - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Cerrado é de 1.984.553,94 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- uuid - texto - identificador único universal de cada feição (RFC 4122, ISO/IEC 9834-8:2005) uid - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. source - texto - nome da origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Pampa) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Pampa) image_date - data - data da cena usada para obter a feição year - número - ano da feição, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Pampa) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal (quando aplicável) pub_date - texto - informação da data de publicação no formato "YYYYMMDD" sendo: YYYY=ano 4 dígitos, MM=mês e DD=dia, atualizada de forma automática a cada exportação do dado para os arquivos vetoriais: Shapefile e GeoPackage. Esta lista de atributos é padronizada com base no dado de desmatamento, classe principal do PRODES. Para as demais classes o preenchimento ocorre apenas quando aplicável. Este conjunto de dados pode sofrer ajustes oriundos de processos de revisão. Vide data de revisão/atualização. Sobre UUID -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.postgresql.org/docs/13/datatype-uuid.html https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc4122