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  • Área de supressão da vegetação nativa no bioma Cerrado até 2000. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição gid - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite uf - texto - estado/unidade da federação pathrow - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Desmatamento em 2014 = "D_2014") source - texto - usado interno para identificar a origem da feição quanto à fonte original view_date - texto - data da cena usada para obter a feição areamunkm - número - área calculada para a fração de feição, em km², após a interseção com municípios county - texto - Nome do município ao qual a fração de feição é associada, após a interseção com municípios time - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    Áreas com nuvem em 2020 para 102 cenas prioritárias. Para gerar este dado, o INPE analisou um subconjunto de 102 cenas do sensor OLI/Landsat-8 dentro das 229 que recobrem a Amazônia Legal. As 102 cenas selecionadas como prioritárias atendem a três critérios: 1) cobrir a região onde foram registrados pelo menos 90% do desmatamento no período anterior do PRODES (agosto/2018 a julho/2019); 2) cobrir regiões onde foram registrados pelo menos 90% dos avisos de desmatamento do DETER 2019/2020; 3) cobrir os 43 municípios prioritários para fiscalização referidos no Decreto Federal 6.321/2007 e atualizado em 2018 e 2020 pelas Portarias No. 428 e 162 do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Saiba mais informações na nota técnica: http://www.obt.inpe.br/OBT/noticias-obt-inpe/estimativa-de-desmatamento-por-corte-raso-na-amazonia-legal-para-2020-e-de-11-088-km2/NotaTecnica_Estimativa_PRODES_2020.pdf Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite uf - texto - estado/unidade da federação pathrow - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat mainclass - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição dsfnv - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição julday - número - dia juliano view_date - texto - data da cena usada para obter a feição ano - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados areameters - número - área calculada para a feição em m² (metros quadrados) scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas class_nr - número - uso interno para geração do dado matricial.

  • O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender à estratégia Nacional de REDD+ (mecanismo de pagamento por emissões evitadas de gases de efeito estufa por redução de desmatamento e degradação florestal) e consolidar esforços no cumprimento das metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Nesse contexto, o Ministério do Meio Ambiente publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB), e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Este recurso, em formato ShapeFile, contém polígonos que identificam áreas de hidrografia no bioma Pampa. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Pampa é de 178.767 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma. (Não se aplica ao bioma Pampa) path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Pampa) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Pampa) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano da feição, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Pampa) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

  • O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender a estratégia Nacional de REDD+, mecanismo de pagamentos por emissões evitadas de Gases de Efeito Estufa (GEE) por redução de desmatamento e degradação florestal, a fim de consolidar esforços para cumprir as metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Este mecanismo de mitigação do aquecimento global foi estabelecido na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC em inglês) e denominado REDD+ (Reduction in Emission by Deforestation and Degradation). Para atender a estratégia nacional de REDD+, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB) e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Este recurso, em formato ShapeFile, contém polígono que identifica a área de abrangência do bioma Caatinga para fins de execução do Projeto. Foi construído a partir do Mapa de Biomas do Brasil e do mapa de municípios brasileiros, ambos disponibilizados pelo IBGE. A área total do bioma Caatinga é de 827.970 km² (calculada em SRS Albers Conical Equal Area / SIRGAS 2000).

  • Mapeamento anual dos corpos hídricos (rios, lagos, barramentos e represamentos).

  • O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender à estratégia Nacional de REDD+ (mecanismo de pagamento por emissões evitadas de gases de efeito estufa por redução de desmatamento e degradação florestal) e consolidar esforços no cumprimento das metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Nesse contexto, o Ministério do Meio Ambiente publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB), e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Esse recurso, em formato ShapeFile, contém polígonos que identificam áreas de hidrografia no bioma Pantanal. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. Na porção do Pantanal inserida na Amazônia Legal, prevaleceu o mapeamento do desmatamento e da hidrografia realizado para a Amazônia Legal (PRODES). A área total do bioma é de 151.190 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outros satélites podem ser utilizados. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Pantanal) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Pantanal) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano da feição, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Pantanal) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender a estratégia Nacional de REDD+, mecanismo de pagamentos por emissões evitadas de Gases de Efeito Estufa (GEE) por redução de desmatamento e degradação florestal, a fim de consolidar esforços para cumprir as metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Este mecanismo de mitigação do aquecimento global foi estabelecido na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC em inglês) e denominado REDD+ (Reduction in Emission by Deforestation and Degradation). Para atender a estratégia nacional de REDD+, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB) e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Este recurso, em formato ShapeFile, contém polígonos que identificam áreas de hidrografia no bioma Mata Atlântica. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Mata Atlântica é de 1.110.182 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Mata Atlântica) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Mata Atlântica) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Mata Atlântica) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

  • Dado de terceiro para uso auxiliar, composto pelos limites dos municípios, provenientes do shapefile municipios_2017 (IBGE), recortados pelos limites do bioma Amazônia. Municípios ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile original de estados foi obtido via FTP do seguinte endereço: ftp://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/malhas_territoriais/malhas_municipais/municipio_2017/Brasil/BR/ A data de download foi 07/07/2018 Biomas ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile original dos Biomas do Brasil foi obtido via HTTP do seguinte endereço: https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_ambientais/estudos_ambientais/biomas/vetores/Biomas_5000mil.zip A data de download foi 07/07/2018 Metadado original: http://www.metadados.inde.gov.br/geonetwork/srv/por/metadata.show?id=75177&currTab=simple

  • Áreas recobertas por nuvens e sombras quando houve a captação a imagem de satélite utilizada no mapeamento.

  • Área desmatada à partir de 1988 composta por agregado de 1988 até 2007 e discretizadas em uma séria histórica anual para os anos de 2008 a 2019 mais dado preliminar de 2020 composto por 102 cenas prioritárias. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores ou iguais a 6.25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. O arquivo matricial inclui os dados das classes de hidrografia, não floresta e não floresta 2(revisão do não floresta), resíduo(2010-2019), nuvem 2020 e floresta remanescente composta por todos os demais pixels que ficaram sem valor na classificação anteriormente mencionada. Acompanha o arquivo matricial, um arquivo em formato texto com o sumário de área para cada valor de pixel existente na matriz, e um terceiro arquivo com a legenda para as classes(uma para cada valor de pixel) compatível com o software QGIS.